terça-feira, 12 de julho de 2011

Harry Potter e o Cálice de Fogo

Título Original: Harry Potter and the Goblet of Fire
Ano: 2005
Produção: EUA / Reino Unido
Idioma: Inglês
Direção: Mike Newell
Elenco: Daniel Radcliffe, Emma Watson, Rupert Grint, Matthew Lewis, Robert Pattinson, David Tennant, Jeff Rawle, Brendan Gleeson, Michael Gambon, Maggie Smith, Alan Rickman, Ralph Fiennes
Duração: 157 minutos

Mais uma troca de diretor em uma adaptação de um livro, deveras, "importante" pra saga. O cálice joga aquele suspensezão no ar com a volta de Voldemort enquanto acompanhamos Harry sobreviver às provas do Torneio Tribruxo em meio a cenas hilárias.
Esse é com certeza o filme mais engraçado. O único capaz de fazer você chorar de rir. Vamos aquela pincelada nos fatos rapidamente para podermos então destacar os pontos altos do filme.

O filme começa já na Toca com Harry despertando do pesadelo-premonição que teve com Voldemort. Sabemos então que Voldemort enviou um de seus seguidores para capturar Harry para algum plano. Harry se junta aos Weasley para assistir a partida final da Copa Mundial de Quadribol e de lá partem pra Hogwarts. Ao chegar eles recebem visitantes de Durmstrang e Beauxbatons, duas escolas de magia de países diferentes, para a realização do Torneio Tribruxo, onde 1 aluno de cada escola é escolhido pra competir. Acontece que um 4º nome sai do Cálice de Fogo, o responsável por escolher os participantes, adivinha qual?
Harry, então, se vê ao mesmo tempo amedrontado, por ter que participar de provas que vão além de suas capacidades mágicas, e rejeitado pelos alunos de Hogwarts, inclusive seu melhor amigo, por pensarem que ele trapaceou ao se inscrever, uma vez que era apenas para alunos com 17 anos de idade.
Vemos, então, Harry receber todo tipo de ajuda para conseguir sobreviver e passar pelas provas. Na última prova, ele e Cedrico chegam juntos à Taça sendo levados à um cemitério onde Voldemort e Rabicho os esperam. Cedrico é assassinado e acompanhamos o ritual brabo feito por Voldemort para "voltar a viver". Duelando com Potter, vemos um efeito estranho acontecer com as varinhas dos dois e as últimas almas mortas por Voldemort saem de sua varinha, incluindo Lilian e James que ajudam Harry a escapar. A alma de Cedrico pede para Harry levar seu corpo de volta e então vemos uma cena extremamente tocante onde toda festa se torna em pranto ao ver Cedrico morto diante deles. Moody leva Harry para o castelo e vemos a sequência de transformação e desmascaramento de Bartô Crouch Jr. O filme termina nesse clima de "O que será que vai acontecer agora que Voldemort voltou?".

Acho que foi a "pincelada" mais longa que já dei! hahaha!
Bom, antes de mais nada, precisamos voltar aquela história da adaptação já que, passando do terceiro filme, começamos a ver "filmes ruins" sobre a série. O filme do Cálice deixa a desejar ao deixar de fora algumas coisas:
  • A presença de Dobby. Não precisava mostrar o F.A.L.E. e nem Winky, mas a falta desse personagem é sempre incomodante. Se você assisitiu a Relíquias da Morte parte 1, você sabe o quão importante ele é pra nós, fãs.
  • Os Dursley e a chegada dos Weasley em sua casa. Esta, sem dúvida, é a cena/parte/capítulo mais engraçado de todos os livros! Foi realmente horrível sentar no cinema com meus amigos esperando ansiosamente por essa cena e....."Ué? A Toca?" 'oO
    Sem comentários total! Apenas pegue o livro e leia!
  • Uma coisa pessoal: Explosivins. Era o que eu mais queria ver também. =/
Uma coisa muito boa no filme foi a comédia inserida de modo perfeito. Quem não se acabou com cenas como Moody transformando Malfoy em doninha em jogando dentro da calça de Crabbe (ou Goyle, nunca sei); Rony dançando com McGonagall; Neville todo empolgado pra dançar, ensaiando e dançando com o ar e etc. Foi um toque muito bem feito no filme.

Outra coisa que vale ressaltar é o relacionamento do trio protagonista. Hermione meio que se apaga no começo do filme com a "briga" de Harry e Rony, que perde a confiança no amigo. Vemos, então, Rony andando com Simas, Harry com Neville e Hermione....onde está Hermione? É uma falha do filme, ao meu ver.

Podemos perceber a qualidade de interpretação aumentando também. Não muito em Daniel, mas Emma e Rupert melhoram drasticamente a cada filme. No começo eu fiquei um pouco decepcionado, mas com o andar do filme vemos aquele relacionamentozinho de "pegar na mãozinha" do terceiro filme evoluir pra uma discussão de casal na cena do fim do baile. Temos certeza então que um dia serão marido e mulher hehehe.

Preciso dar destaque para uma prova do Tribruxo: A do dragão. Preciso dar destaque a qualquer coisa que envolva dragões! Alguns conhecem meu gosto por alguns estilos musicais determinados e histórias de magia, castelos e dragões são maravilhosas. Agora me diz se existe sequência mais Heavy Metal do que um dragão perseguir um bruxo pousando no topo de um castelo? A tomada do filme chega a ser arrepiante!

Os últimos destaques desse filme vão para Matthew Lewis (Neville), é claro. Os atores que interpretam Moody e Crouch Jr. são muito bons também. E um breve Ralph Fiennes dando vida a Voldemort. Ele é destaque em todos os filmes daqui pra frente, uma vez que estamos falando DO Ralph Fiennes, né?

Um destaque especial para Jeff Rawle que interpreta Amos, o pai de Cedrico, em uma das cenas mais emocionantes da saga. Não tem como esquecer seu grito de "IT'S MY BOY!!". Aquilo simplesmente fica na sua cabeça e aí você percebe que um bom ator não precisa de um filme inteiro pra demonstrar seu talento. 30 segundos bastam.


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Sobre o autor

Leo Jansen
Músico, Artista, Carioca, Daltônico, Nômade, Ex-cabeludo, Seminarista, Bloguero do Barco a Remo e é claro, Cinéfilo. Perfil Completo

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